As drogas podem ser não-confiáveis, posto que as pessoas reagem diferentemente a diferentes drogas. Constate-se observando as pessoas alérgicas à penicilina e drogas correlatas. Por outro lado, a cromoterapia não introduz resíduos daninhos que o corpo tenha dificuldade em eliminar. A cromoterapia não trata de sintomas, dirige-se à raiz do desbalanceamento. Muitas das moléstias que afetam o homem têm sua raiz na aura e esta pode ser seriamente danificada por drogas fortes. A cromoterapia emprega o tipo de remédio que é o mais próximo dos constituintes da aura. Uma das premissas da cromoterapia é a de que, empregando-se tratamento por raios em lugar de drogas, obtém-se um resultado construtivo sem a introdução de qualquer efeito destrutivo.
É interessante notar a esse respeito que por alguma razão os profissionais da medicina usam espectro vibratório da luz acima e abaixo dos comprimentos de onda visíveis, mas só lentamente reconhecem as propriedades terapêuticas do espectro visível da luz. Na verdade, é óbvio, tanto os raios infravermelhos quanto os ultravioletas causam danos aos tecidos se usados durante um tempo considerável, ao passo que o máximo que pode ocorrer no caso de se empregar uma cor incorreta do espectro visível da luz, ou se ocorre uma exposição muito demorada, é o aumento temporário da desordem funcional.
De fato, tanto leigos quanto médicos que tenham empregado a terapia das cores ficaram agradavelmente surpreendidos.
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