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Desde tempos imemoriais, encontramos a presença da vela. Nos templos, nas mesquitas, nos mosteiros, nas cavernas percebemos a sua presença. Perpetuamos sua utilização, mas somente os ocultistas e magos têm sabido usar a sua força. Com a popularização da vela, muito se perdeu dos seus antigos rituais, mas, com o advento da luz elétrica, ela está retomando ao seu lugar de destaque no ocultismo.
Com o advento da razão, muitos se tornaram céticos e materialistas, o que tem acarretado sérios problemas, pois o homem continua a sentir coisas inexplicáveis e a perceber que a razão não é o máximo de nossas possibilidades. A razão tem a sua importância em seu campo de atuação, porém, ela se torna pretensiosa e vaidosa quando extrapola os seus limites, fechando o homem ao acesso de suas infinitas possibilidades.
Se a razão tem auxiliado o homem na explicação das coisas superficiais, é a intuição, porém, que leva a ciência a dar um passo na escalada evolutiva. Afinal, a palavra razão vem do latim Ratio, que significa divisão. Não podemos exigir dela o que ela não tem, que é o poder de união e transcendência dela mesma.
A ciência moderna nos ensina a importância do desenvolvimento dos dois hemisférios do nosso cérebro (o lado prático e o lado imaginário). No mínimo, podemos dizer que nossa educação tem esquecido o lado criativo e imaginário, pois desenvolvemos em excesso o lado prático em detrimento, muitas das vezes, de nossas sensibilidades.
A magia das velas tem esta proposta, de trabalhar com o lado do cérebro que foi esquecido, aguçar nossas sensibilidades vitais e auxiliar nas transformações físicas aspiradas pelo buscador. Nos tempos modernos, encontramos um oceano de pessoas desequilibradas, tensas, deprimidas, que, se soubessem utilizar a magia das velas, com certeza não estariam em tais situações que apenas provam o quanto o homem está afastado de si mesmo e dos poderes que o sustentam. Não sabendo trabalhar com sua própria natureza, com as forças ao redor e, em última instância, desconectadas com sua alma, insatisfeitas consigo mesmas, acabam tendo uma péssima qualidade de vida e sendo joguetes das forças inferiores e obscuras.
Velas não são o fim, e, sim, um meio de comunicação do homem com os poderes e as forças universais, individuais e divinas.