Home / Cromoterapia / Os sete corpos sutis do homem

A primeira aura é aquela que emana do corpo físico-etérico e é essa formação com formato de nuvem que a maior parte das pessoas vê quando começa a desenvolver a visão da aura. Sua base é o centro da espinha. O corpo etérico, a contraparte vital do físico, é importante porque capta o prana ou energia vital da atmosfera e a distribui pelo sistema.
Num corpo sadio a primeira aura se irradia através de linhas retas regulares a partir do centro do corpo para o exterior. Em caso de doença as linhas parecem cair, algo como condutores luminosos curvados.
A segunda aura emana do centro astral ou emocional no baço e circunscreve o corpo astral estendendo-se a cerca de trinta a trinta e cinco centímetros do corpo. Qualquer variação de pensamento ou emoção causa uma mudança nessa aura. Esta camada vibra e se altera continuamente. Quando harmónica, costuma ser brilhante e luminosa indicando equilíbrio emocional.
A terceira aura é a expressão da estrutura intelectual do homem e sua força depende do desenvolvimento de suas faculdades, que por sua vez depende da educação que tenha recebido. Esta aura é oval e emite uma cor amarelo pálida quando desenvolvida. Na pessoa bem equilibrada e inteligente, a aura é brilhante e viva, mas quando a mente é depravada aparecem manchas escuras que empanam seu brilho.
A quarta aura é a emanação da mente superior do homem ou princípio espiritual. Sua cor é o verde. Estamos aqui no domínio da imaginação, inspiração e intuição, da criatividade em arte e literatura.
A quinta aura interpenetra as anteriores. Essa aura manifesta a essência do espírito no homem. A ciência oculta nos diz que as condições nas formas inferiores de consciência são o resultado das forças ocorrentes no corpo espiritual. É a estação receptora de todos os dados dos aspectos inferiores e grava as impressões recebidas por eles. A quinta aura é a mais importante, posto que é o ponto de união entre o indivíduo e o cosmos. Há uma delicada faixa entre a vida individual e o oceano de consciência compartilhado por todos.
As sexta e sétima auras são superiores pertencendo mais aos aspectos cósmicos que aos indivíduos em particular. O homem médio não desenvolveu seu potencial a tais alturas e essas auras só podem ser vistas circundando o corpo de iniciados e mestres.