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O campo eletromagnético que circunscreve todas as coisas e que é conhecido como aura foi mencionado conquanto à cura e ao diagnóstico.
Embora a existência de aura tenha sido conhecida desde sempre pelos ocultistas e clarividentes foi apenas quando o Dr. W. J. Kilner, do Hospital St. Thomas, em Londres, acreditou em sua existência e começou a tentar fazê-la visível para o olho humano, que as pessoas comuns puderam vê-la.
Desenvolveu a “tela de diacinina”, uma lente pintada com uma anilina. Tal lente tem um efeito notável sobre a visão e faz com que o olho perceba o ultravioleta.
A medicina estava num período excitante e progressista quando o jovem Dr. Kilner agregou-se à equipe do Hospital St. Thomas. Pesquisadores desse período, por exemplo, são o Prof. W. K. von Rõntgen, descobridor do raio X, o Dr. Braid, cujos trabalhos acerca do uso da hipnose é bastante conhecido, e o cientista alemão Cari von Reichenbach, que publicou os trabalhos de Kilner acerca daquilo que chamou força ódica, uma emanação luminosa circundante do corpo.
Ao mesmo tempo — nos Estados Unidos — o Dr. Edwin Babbitt estava empenhado em seu monumental trabalho chamado The Principies of Light and Colour.
Grandes esforços foram causando o avanço rumo ao objetivo da cura em campos até então proibidos, exceto para aqueles poucos que herdaram a sabedoria de uma época desaparecida.