Home / Cromoterapia / A tela ou filtro de Kilner

Chegamos afinal ao método que emprega o filtro de Kilner empregado pioneiramente pelo Dr. Kilner, que se convencera de que este seria um modo muito mais eficiente de diagnóstico, uma vez que a moléstia se manifestaria na aura antes de que os sintomas físicos aparecessem.
O filtro de Kilner é composto por duas peças de vidro entre as quais se prensa uma solução de diacinina, uma tintura de cor índigo-violeta, que aguça consideravelmente a visão do observador. Idealmente dever-se-ia construir uma cabine para diagnóstico onde o paciente ficaria sentado e vestido com uma roupa de
seda preta a fim de facilitar a visão. O estado das auras inferiores pode então ser notado. Se não se pode construir uma cabine especial então o dignóstico deve ser feito numa sala às escuras. Depois de um pequeno intervalo de tempo, as emanações do corpo etérico tornar-se-ão visíveis.
Devemos lembrar que em caso de emergência é frequentemente necessário diagnosticar através de sintomas, pelo comportamento geral da pessoa e pelos hábitos expressos da mesma. Lembre-se de que há duas cores principais, as que aquecem — vermelho/laranja — e as que esfriam — azul/violeta; o verde representa o ponto médio, o balanceador ou harmonizador.
Em termos genéricos, o objetivo do terapeuta é determinar quais das cores opostas é requerida pelo paciente e como curar a moléstia.
Por exemplo, se a pessoa é inclinada à depressão, tem reações lentas, não tem energia ou apetite — então necessita de raios vermelho/laranja. Se é impaciente, colérico, hiperativo ou tem temperatura elevada — então precisa dos raios azul/violeta para arrefecê-lo.